Publicado por: RicksMz | Junho 4, 2010

What a Skyline!! (Ciudad de Panama)

Aterramos no Panamá por volta das 8h da noite. Esta foi a primeira imagem que tivemos da Cidade do Panama.

Pois, nós também ficamos surpresos! What a Skyline?!

No dia seguinte visitamos o Casco Viejo, a zona mais antiga da cidade.

Os edifícios coloniais dos séculos 16 e 17 não podiam contrastar mais com a nova arquitectura da cidade.

A Cidade do Panamá foi inicialmente construida numa outra zona mas após ter sofrido alguns ataques piratas (o último pelo pirata Henry Morgan, mais conhecido por Captain Morgan) foi deslocada para a actual península do Casco Viejo.

Nesta zona encontramos uma grande variedade de restaurantes e boutique hotels com muito, muito charme.

A cidade ainda não nos parou de surpreender…

… grande parte disto temos que agradecer à Rosa e ao André que nos receberam em sua casa e que nos tem dado a conhecer esta cidade e país maravilhosos.

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Publicado por: RicksMz | Maio 28, 2010

Bogotá em 40 minutos (Colômbia)

A nossa passagem pela Colômbia foi assim, bem rápida para ver se passava desapercebida. Mas não tivemos muito sucesso… Do outro lado do telefone uma mãe: “Bogotá?! Se calhar o Gabriel Garcia Marquez enganou-se na cidade onde nasceu mas tanto quanto eu sei fica na Colômbia… O que é que estão ai a fazer?”

A verdade é que há bem pouco tempo a Colômbia era um dos países mais perigosos do mundo para viajar mas as coisas mudam e hoje é um país tão ou mais seguro que os seus vizinhos e sem dúvida com muito para conhecer.

Mas como não é nossa intenção deixar ninguém preocupado fizemos uma escala rápida em Bogotá e aproveitamos 40 minutos para conhecer La Candelaria (centro da cidade)…

…visitar ao Centro Cultural Gabriel Garcia Márquez

…e beber um bom café na Calle de la Moneda! Valeu a pena.

Destes 40 minutos e pelo café que tomamos ficamos com a certeza de que vamos voltar!


Publicado por: piacarona | Maio 26, 2010

Viver o “Livro da Selva” em 3D (Amazonia)

Mil desculpas pela demora em escrever este post mas como poderão perceber passamos a última semana sem grande comunicação, perdidos na selva! Perdidos no bom sentido, claro!!

Aterramos na Amazónia Peruana na cidade de Iquitos, a maior cidade do mundo sem acesso via terrestre.

La Casa de Fierro de Gustave Eiffel

Em Iquitos apanhamos um barco e subimos 140 km pelo rio Amazonas até encontrar o nosso lodge. (Muyuna Lodge)

A viagem de barco por si já é incrível. Passamos por várias vilas e cruzamos milhares de embarcações que atravessam este rio.

Aqui não há estradas, o que faz com que todo o transporte seja feito apenas por barco.

Quando chegamos ao lodge não queríamos acreditar no que nos esperava, embora sem água quente ou electricidade podemos dizer que foi das melhores acomodações que tivemos na viagem.

E mesmo no meio da selva!!

Enquanto lá estivemos um guia local acompanhou-nos nas várias excursões à selva e viagens pelo rio.

Nesta época o caudal do rio é bastante alto, o que torna possível entrar pela selva em canoa.

Uma experiência bastante relaxante para alguns 😉

Também fizemos uma caminhada pela selva onde entre outros animais encontramos algumas Tarântulas.

Uma experiência nada relaxante para outros 😉

Durante a noite saímos de barco a motor em busca de Caymans! Incrível!

Os Caymans podem medir até 3 metros, por isso como podem imaginar apanhamos apenas as crias.

Durante o dia saímos em busca de Golfinhos Cor de Rosa e ainda deu para dar uns mergulhos com eles (ou melhor, perto deles…).

Como em Roma sê Romano tivemos de ir pescar o nosso almoço. E adivinhem só… o menu foi Piranha!!

Adoramos a Amazónia! Foi das melhores experiências dos últimos 3 meses!!

Sim, já estamos há 3 meses em viagem

Publicado por: RicksMz | Maio 14, 2010

Um banho de enxofre (Ruta del Sol)

Ontem visitamos o Parque Nacional de Machalilla. Este parque fica na costa sul do Ecuador na Ruta del Sol.

Existem 4 comunidades principais dentro do Parque e nós visitamos uma, a de Água Blanca. Um guia local levou-nos a conhecer uma parte do parque.

Fizemos uma caminhada para conhecer as principais plantas e perceber como é que a comunidade as utiliza (umas para curar doenças, outras para tratar a roupa, etc).

Ao longo da caminhada também fomos encontrando alguns dos animais que constituem a fauna deste Parque. Com alguma sorte não encontramos nenhuma cobra!!

Foi durante a caminhada que encontramos uma Lagoa de Enxofre, onde demos uns bons mergulhos!

Aparentemente esta água é sagrada e tem propriedades medicinais!!

O região do Parque  foi casa da cultura Inca Manteño, por isso encontramos alguns vestígios de fundações e objectos de culto.

Durante esta visita conhecemos um casal Argentino a Luciana e o Daniel com quem fomos para a praia Los Frailles, que também pertence ao parque. Uma praia deserta com um pôr do sol lindo!

Hoje vamos para a Isla de Salango fazer snorkeling!!

Publicado por: piacarona | Maio 12, 2010

Fim do dia na praia de Mâncora!

Finalmente, depois de tanta montanha e céu enublado conseguimos uns bons dias de praia no norte do Peru, em Mâncora!

Ficamos aqui 4 dias, o tempo suficiente para recuperar das alturas antes de nos aventurarmos pelas montanhas do Ecuador…

Mâncora tem boas ondas e o nosso hotel ficava mesmo enfrente ao pico principal de surf. O Ricardo aventurou-se a apanhar umas ondas e acreditem ou não apanhou umas quantas pela manhã.

Mas o top para nós foi o fim do dia na praia! Que visual!

E aparentemente não éramos os únicos encantados com o pôr do sol!

Próximo destino Cuenca, no Ecuador!!

Publicado por: RicksMz | Maio 10, 2010

Bye Bye Bolivia

Apologies for the delay but the access to internet has not been easy. So without further delay here is the third country summary this time Bolivia.

As we had previously said our view and prespective of each country widely depends on our experience in it. We have to admit that Bolivia did not conquer our hearts for a number of reasons but here are the highlights that we take from it:

1. Uyuni and the Salar (Salt Flats)

Spectacular scnerey in which it becomes hard to differentiate between sky and ground.

2. La Paz

The highest southern american capital at  3.640 meters. Its hard to breathe and every quick step you take feels like you have ran a mile. It is quite a busy city and did in fact exceed our expectations.

3. Copacabana (Lake Titicaca)

Lake Titicaca

Beautifull little town, with the famous Isla Negra right in front of it.  We stayed at the Hotel Rosario del Lago in which the food and service were simply amazing.

4. The People

Bolivianas are a lot more closed and “shy” in comparison to their “neighbors” namely Argentina, Uruguay and Chile. A huge highlight for us is the way in which women traditionally wear the  “bombim”.  The reason why people wear it and why they started wearing it in the first place have countless theories.

As we had said we did “rush” out of Bolivia and therefore there is not much else that we can say about , which therefore only leaves us to say:

Bye Bye Bolivia

Publicado por: RicksMz | Maio 10, 2010

Bye Bye Chile

One more country summary, this time : Chile

We could have not been better welcomed to the country.

We arrived in Santiago, the capital of Chile and what a CITY! In so many ways it reminded us of Buenos Aires but at the same time there was something very different to it.

It goes without saying that the Chilean are without any doubts extremely welcome and here goes our special thanks to two Chileans which made our trip that much better : Juan and Francisco – Muchas Gracias!

The highlights of Chile for us are as follows:

1. Santiago – Cosmopolitan city

2. Valparaiso – Graffiti Town

3. La Serena – Chilled out

4. San Pedro de Atacama ( Tourist Paradise in the middle of nowhere)

We have to say that Chile suprised us , not only for how quickly and strongly its recovering from the earthquake, but also for all the positive things : its food , its infrastructure , its vibe and most its people… Cachay?!!

So for now its Bye Bye Chile!!

Publicado por: piacarona | Maio 6, 2010

It’s Inka time! (Cuzco)

Passamos a última semana em Cuzco, capital arqueológica da América. Esta cidade, capital do império Inca, está situada a sudoeste do Vale Sagrado dos Incas a 3.400 mts de altitude.

Como podem imaginar, isto significa que passamos os últimos dias a visitar ruínas Incas (e algumas pré-Incas), incluindo o Machu Pichu.

Começamos por Raqchi, ainda na estrada de Puno para Cuzco. Este templo foi construído para o Deus com o maior número de nomes que nós conhecemos: Apu Illapu Teisi Punchado Tunupa Kontiki Yachacehy Wiracocha


Chegando a Cuzco passeamos por aquela que é a cidade habitada mais antiga da América. Incrível.

Tiramos um dia para cruzar o Vale Sagrado.

Primeiro Pisaq.

Depois Urubamba para almoçar. A paragem seguinte foi a que mais gostamos, Ollantaytambo.

E por fim Chinchero, onde aprendemos um pouco sobre a arte da tecelagem.

Depois de tudo isto só nos faltava mesmo o Machu Pichu. Assim foi, levantamos-nos bem cedo para apanhar o comboio que nos levou aquela que é uma das 7 Maravilhas do Mundo.

Visitamos a zona rural…

a zona urbana…

e alguns templos e locais sagrados…

Ficamos os dois fascinados com tanta ruína, mas acima de tudo pela sua localização!

Não cansados de explorar antigas civilizações, viajamos a Nasca para desvendar os mistérios das Linhas de Nasca (ou pelo menos tentar). No entanto ninguém pareceu conseguir explicar-nos muito bem estas linhas, que foram criadas pelo povo Nasca entre os séculos III a.c. e VIII.

Fizemos um vôo, um tanto quanto aterrorizador, sobre as linhas.

Estamos os dois fascinados com o sul do Perú mas chegou a hora de descer das alturas e ir rumo ao norte. Próximo destino Mâncora a 28horas de viagem!

Publicado por: piacarona | Abril 27, 2010

Gente do nosso imaginário (Lago Titicaca)

Estamos no Lago Titicaca, um lago partilhado pela Bolívia e Perú.

Para trás ficaram o Uruguay, a Argentina e o Chile. Temos agora de vos confessar que nestes países nunca nos sentimos verdadeiramente na América Latina. Pelo menos não na América Latina do nosso imaginário, aquela que nos foi contada por Gabriel Garcia Marquez ou Isabel Allende.

Foi aqui, no lago mais alto do mundo, a 3820 mts de altura, que descobrimos a gente do nosso imaginário.

“Su piel era oscura, sus huesos prominentes y sus ojos ardían con fuego perpetuo.” (Vargas Llosa, Mario. La guerra del fin del mundo)

Visitamos as islas flotantes dos Urus. Dada a falta de controlo no turismo a estas ilhas, a visita acabou por ser um pouco deprimente. Percebe-se claramente que a actividade principal dos Urus deixou de ser a pesca ou a agricultura e passou a ser o turismo.

As ilhas estão cheias de crianças e adultos, a maior parte dos adolescentes migrou para Puno, a cidade mais próxima.

As ilhas são construídas sob blocos de raízes de cana cobertos com várias camadas de cana seca.

Visitamos ainda a ilha Taquile, também no lago Titicaca. Esta ilha, hoje património cultural da Unesco, preserva a sua cultura de uma forma admirável (em contraste com as islas flotantes).

Atravessamos a ilha de um lado ao outro, primeiro subimos por caminhos estreitos para depois descer 500 degraus. Não foi fácil… E enquanto isso, alheios ao nosso esforço,  não pararam de passar por nós vários habitantes desta ilha carregando mantimentos vindos do porto.

Nesta ilha as mulheres usam pelo menos 3 saias. Entretivemos-nos a contar o número de bainhas enquanto passavam por nós.

Aqui as principais actividades são a pesca, agricultura e gado. Em cada encosta um rebanho de ovelhas ou alpacas.

Como era domingo a igreja estava completa. Adultos e crianças, todos estavam vestidos a rigor.

Em suma, foi no Lago Titicaca que, quer pelas feições das suas gentes quer pelas suas vidas, encontramos a América Latina do nosso imaginário.

Próximo destino: Cuzco!

Publicado por: RicksMz | Abril 25, 2010

3 dias no deserto (Uyuni)

Hesitamos um bocado se deveríamos ou não escrever este post. Sabemos que as fotografias são tentadoras e que provavelmente não vão expressar aquilo que sentimos em relação à Bolívia.

A boa ou má impressão de um país depende muito das experiências de cada um. É apenas uma opinião pessoal, mas achamos que a falta de infraestrutura e segurança que existe neste momento não justificou a nossa viagem.

Deixamos aqui um aviso importante para todos os que planeiam visitar o sul da Bolívia. Desaconselhamos fortemente que façam o tour de 3 dias pelo deserto, pelo menos sem se certificaram como está a situação politico-social na região. Neste momento existem fortes protestos e manifestações na região que poem em risco a segurança dos turistas. Temos conhecimento do sequestro de alguns carros num tour semelhante ao nosso, mas que por motivos políticos não é comunicado e nem sequer é tratado pelas autoridades locais. De forma alguma podem confiar nas agências de turismo da região, tivemos uma péssima experiência com uma das mais conhecidas, a Estrella del Sur, que desaconselhamos vivamente.

Fica aqui um resumo dos nossos 3 dias no deserto. O deserto mais seco do mundo a uma altura que varia aproximadamente entre 0s 3.500 e os 5.000 metros acima do nível do mar.

Fizemos a viagem em dois 4×4. Os carros de acordo com as agências de turismo levam de 4-6 pessoas mas devem contar com 6-7 pessoas.

No primeiro dia visitamos a Laguna Azul. Um visual incrível.

Também visitamos os geysers de Sol de Mañana.

Além do vapor de água, algum enxofre e muita lava.

Ao final do dia chegamos à Laguna Colorada. Definitivamente o ponto alto do primeiro dia.

É uma lagoa de cor rosada, onde habitam 3 espécies de flamingos e algumas lamas.

Passamos a primeira noite num refúgio perto da lagoa. A acomodação é para além do básico, nos quartos a base das camas é de pedra e durante a noite a temperatura no quarto desce aos -10º. Escusado será dizer que não dormimos a noite toda…

No segundo dia, continuamos a nossa travessia pelo deserto.

Aqui encontramos uma colónia de vizcachas (uma espécie de coelho andino).

Visitamos também mais algumas lagoas, onde encontramos outras colónias de flamingos.

Embora a agência de turismos nos tivesse prometido um hotel na segunda noite, voltamos a ficar num refúgio. A grande diferença para o primeiro refúgio foi a existência de chuveiros e “alguma” água quente. O cansaço era tão grande, que dormimos a noite toda.

No terceiro e último dia, viajamos até ao Salar de Uyuni, que é tudo aquilo que imaginamos.

Entramos pela parte sul do Salar, onde o sal ainda estava coberto pela água das chuvas de Janeiro.

Nesta parte do salar é realmente difícil destingir o céu do sal, a linha do horizonte é muito ténue.

À medida que fomos avançando no salar a textura do piso foi mudando. Primeiro uns flocos de sal…

… depois um piso sólido, onde já deu para correr, saltar e fazer algumas palhaçadas.

A chegar ao centro do salar encontramos a Ilha Inca Huasi (casa dos Incas).

Esta ilha que era um ponto de paragem dos Incas no salar, tem uma colónia magnifica de cactos gigantes.

Percorremos uma trilha de 30 minutos pela ilha. Um pequeno oásis no salar.

Da ilha seguimos até ao centro do salar. Com uma área total de aproximadamente 12.000 km2, no centro do salar tudo à volta é branco.

Terminamos o tour em Uyuni, onde ainda passamos pelo Cemitério dos Comboios.

Desesperados por um pouco mais de infraestrutura, comunicação e aquecimento, deixamos Uyuni nesse próprio dia, viajando durante a noite até La Paz.

Sei que depois deste post é difícil não querer fazer este tour mas a nossa opinião mantém-se a mesma. Como opção sugerimos que venham até Uyuni e façam um dos vários tours de um dia que há desta pequena cidade aos diferentes pontos por onde passamos.

APAGA LA TELE, VIVE LA VIDA!

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